A Velha da Cacalhada







A Velha que tinha um cão
Debaixo da cama o tinha (bis)
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)

A Velha que tinha um gato
Debaixo da cama o tinha (bis)
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha que tinha um galo
Debaixo da cama o  tinha (bis)
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha tinha uma galinha
Debaixo da cama a tinha (bis)
A galinha cacarejava,
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha tinha uma bengala
Debaixo da cama a tinha (bis)
A bengala bengalava,
A galinha cacarejava,
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha tinha um cacete
Debaixo da cama oa tinha (bis)
O cacete cacetava,
A bengala bengalava,
A galinha cacarejava,
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha tinha um Capéu
Debaixo da cama o a tinha (bis)
O chapéu chapelava,
O cacete cacetava,
A bengala bengalava,
A galinha cacarejava,
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
A Velha tinha um penico
Debaixo da cama oatinha (bis)
O penico penicava,
O chapéu chapelava,
O cacete cacetava,
A bengala bengalava,
A galinha cacarejava,
O galo cantava,
O gato miava,
O cão ladrava e a velha dizia
Estou só estou só 
estou só de uma banda só (bis)
 
Por ultimo dizia a velha agoniada
Que raios que partam com tanta cacalhada
Com tanta cacalhada a velha dizia
Debaixo da cama de noite ou de dia
A triste da velha deu-lhe uma agonia
Adeus meus senhores até outro dia.
 

Corda queimada

As crianças, de mãos dadas e com os braços esticados, formam uma linha recta perpendicular a uma parede. A criança que se encontra num dos extremos coloca a mão esquerda na parede, enquanto a criança do outro extremo puxa a fila de forma a passar por baixo do braço da primeira. Depois de todas terem passado, esta fica com os braços cruzados, em forma de nó.

De seguida, passam por baixo do braço da segunda criança e assim sucessivamente até à última.
Enquanto passam e cruzam os braços vão cantando:

“Corda queimada
Quem te queimou
Foi uma velha que aqui passou
Nos tempos d'areia
Fazia poeira
Puxa lagarta por esta aldeia.”

Quando todas já estiverem de braços cruzados, a última criança pergunta à primeira e esta vai respondendo:

“Maria, empresta-me o seu ancinho?
Não tem dentes.
Empresta-me o seu balde?
Caiu ao poço.
Maria, empresta-me a sua corda?
Está cheia de nós.”

Neste momento, os extremos da corda começam a puxar cada um para seu lado até a corda partir. Ganha a ponta da corda que tiver mais elementos.

Dia de São Valentim - Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro.
As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades, normalmente um mês. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa GelásioI decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data. 
A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.